Questão Brasil nº 87 | 24 de Maio de 2016

Assuntos de Goiás TV

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Esculhambação com dinheiro público: Palácio do Planalto emprega babá de Michelzinho como assessora – O país da Esculhambação

O Palácio do Planalto emprega uma babá de Michelzinho, Leandra Brito, como assessora do Gabinete de Informação em Apoio à Decisão (Gaia), órgão responsável por municiar o presidente da República com dados para a tomada de decisão, informa a coluna de Lauro Jardim neste domingo 14. "Leandra diz não ser babá do menino, mas não sabe precisar o que faz no palácio", diz a nota sobre o assunto. 

A coluna diz ainda "Leandra dá expediente no Palácio do Jaburu ou em viagens da família Temer, como na Páscoa, quando os acompanhou para São Paulo, ou no réveillon, quando viajou para uma reserva da Marinha no Rio de Janeiro. Recebe R$ 5.194 mensais, fora as diárias referentes às viagens"

O Planalto diz que a funcionária está sendo transferida do Gaia para o staff que serve à família do presidente, o que ainda não teria acontecido por questões burocráticas. 


 
Confira abaixo texto sobre o assunto publicado pelo jornalista Fernando Brito, do Tijolaço:





História que as babás não contam: a mídia no país das abobrinhas

A contratação da D. Leandra Brito como assessora da Presidência para desempenhar o papel de babá do “Michelzinho”, temporão presidencial é daquelas que tem tudo para virar “meme” nas redes sociais. 

É de lamentar que atinja uma pessoa simples, que nada mais faz que trabalhar e com algo difícil, uma criança submetida a uma intensa exposição e a um ambiente que pode ser tudo, menos o espaço de simplicidade e liberdade que toda criança merece.

Também não é novidade que a prática de misturar público com privado – ou empresarial com o privado, pois sobram situações de empresários que contratam seus empregados domésticos na folha da empresa – e vai ganhar notoriedade mais porque a mídia nos acostumou a olhar acidamente cada pequeno episódio para que não se veja, ou se olhe com tolerância – os grandes dramas desta nação. 

Assim, o emprego de D. Leandra vai chocar, porque é um arranjo destes que não se deveria fazer, mas a moça é um nada perto do papel que o Governo faz como babá dos banqueiros e dos rentistas, marmanjos mimados de quem faz todas as vontades.

Isso, porém, não tem o escândalo com que se vai tratar o caso da moça que cuida de uma criança que, com seus potes de Nutela, tem apetites muito menos vorazes que os do capital. 

Os R$ 5 mil mensais que o patrão de D. Leandra tira do Erário para pagá-la são, de fato – uma gotícula perto do que dele vaza para nutrir os meninos do dinheiro: no Orçamento deste ano, prevê-se para eles um “leitinho” de R$ 1,356 trilhão – 47% de toda a despesa do poder público brasileiro ou quase 23 milhões de babás, se estas ganhassem o salário daquela moça. 

Como não ganham, ponha mais milhões aí.

Mas isso é muito menos grave e por isso “Michelzão” não será criticado.

É o “mercado”, que bate o pé quando lhe negam algo, com muito mais fúria do que qualquer criança mal-criada e que se lambuza com o dinheiro muito mais do que o Michelzinho com a Nutela.
 

Se houver provas, acabou para Dilma: DELAÇÃO DEvastadora de MÔNICA MOURA NA LAVA JATO | Tribuna do Rei


Delação premiada dos marqueteiros João Santana e Monica Moura para lava jato.

Assim como vem ocorrendo com as delações que citam o ex-presidente Lula, agora a lama começa a subir para Dilma Rousseff, a acusadora Mônica Moura fala com segurança e propriedade de ações ilícitas as quais estão envolvidas grandes figuras da República. Marta Suplicy que abandonou o barco petista quando a casa começou a cair, se vê agora bastante enrolada na delação da marqueteira do PT, da mesma forma a Senadora Gleisi Hoffmann com seu belo narizinho arrebitado terá muito o que explicar caso as provas do que afirmou a delatora venham a tona neste mar de lama.
O Brasil se vê as voltas com denuncias graves, enquanto os integrantes do Ministério Público e do Poder Judiciário perdem tempo se atacando mutuamente, numa clara intenção de desviar o foco das acusações que por si só são gravíssimas. Mônica Moura e seu marido João Santana devem ter provas cabais que podem complicar a situação de Lula, Dilma, Gleisi, Marta, Lindberg e... 

Família Batista dona da JBS-Friboi negocia delação premiada com o Ministério Público Federal – Eu Digo Sempre

A notícia cai como uma bomba e de acordo com as informações publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo, pelo menos duas reuniões já foram realizadas entre representantes da companhia e procuradores do MPF. A empresa já teria, inclusive, feito contato com o advogado Luciano Feldens – especialista em delações premiadas e responsável pelo acordo do tipo feito por Marcelo Odebrecht , ex-presidente da empreiteira que leva o nome de sua família.
 



A holding brasileira J&F Participações, proprietária da empresa JBS, iniciou as tratativas com o MPF (Ministério Público Federal) para negociar o fechamento de acordos de leniência e de delação premiada. 

As informações foram publicadas neste domingo pelo jornal “ Folha de S.Paulo ”. A JBS é proprietária de marcas como Friboi, Seara e Swift.

A JBS foi alvo de diversas operações deflagradas pela Polícia Federal no último ano, com conduções coercitivas, medidas cautelares e afastamento de dirigentes, o que pode prejudicar a atuação da empresa no mercado nacional, dificultando investimentos e até inviabilizando a tomada de crédito em instituições nacionais e internacionais. 

Operação Bullish 

Na sexta-feira a Polícia Federal deflagrou a operação Bullish, cujo objetivo é investigar irregularidades e fraudes em empréstimos concedidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A proprietária da Friboi teria sido beneficiada com pelo menos R$ 8,1 bilhões em operações irregulares, que teriam sido realizadas entre os anos de 2007 e 2011 – durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT. 

As operações teriam sido feitas pela subsidiária BNDESPar (BNDES Participações S/A), braço do banco voltado para a participação acionária em outras empresas. De acordo com a PF, as transações teriam sido feitas sem as garantias e sem a exigência de prêmio contratualmente previsto, o que teria gerado prejuízos de cerca de R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos. 

Por meio de nota, a empresa refutou as acusações e diz que “sempre pautou seu relacionamento com bancos públicos e privados de maneira profissional e transparente. Todo o investimento do BNDES na companhia foi feito por meio da BNDESPar, seu braço de participações, obedecendo às regras de mercado e dentro de todas as formalidades. Esses investimentos ocorreram sob o crivo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e em consonância com a legislação vigente. Não houve favor algum à empresa”

Carne Fraca 

 Em março, foi deflagrada a Operação Carne Fraca, que apurou irregularidades cometidas por 21 frigoríficos brasileiros. No dia 24 de março, o juiz responsável pela operação, Marcos Josegrei, da Justiça Federal do Paraná, afirmou que as investigações têm como objetivo o esclarecimento de crimes contra a administração pública , e não a qualidade dos alimentos produzidos pela JBS e pelas demais empresas envolvidas. 


 Fonte: Último Segundo

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