Questão Brasil nº 87 | 24 de Maio de 2016

Assuntos de Goiás TV

terça-feira, 16 de maio de 2017

Globo e Lava Jato devem rever estratégias na guerra contra Lula, após vexame na audiência em Curitiba – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

Era esperado um show midiático no depoimento de Lula, o cenário montado com algumas cascas de banana foi preparado para que as possíveis contradições do ex-presidente fossem exibida naquela noite numa edição especial do Jornal Nacional, que para não perder a produção acabou mesmo sendo especial com mais de hora de exibição... Todos os outros telejornais da emissora foram esticados e seguiram a temática de edição especial.

 

A estratégia da Globo que consiste em bater em Lula de dia , de tarde e de noite 7 dias por semana parece estar dando muito resultado, mas para Lula e o PT que apesar de massacrado começa a vislumbrar a possibilidade real de retomar o poder via voto direto. Lula não foi preso e a julgar pelas inconsistências das provas apresentadas por Moro, não será tão cedo. 

A emissora dos Marinho começa a rever seus conceitos e devem mudar a estratégia, falar menos de Lula pode levar a popularidade dele a diminuir... Será que vai funcionar? 

Texto do Brasil 247 

"A Lava Jato perdeu a batalha de Curitiba. A acusação envolvendo o suposto apartamento triplex expôs as ridículas inconsistências do processo judicial e, em vista disso, fragilizou a hipótese de imputação de crime ao ex-presidente. Apesar disso, contudo, sabe-se de antemão que Moro deverá se pronunciar pela condenação do Lula", diz o colunista Jeferson Miola. 

 No entanto, ele lembra que, pouco mais de 24 horas depois do fracasso da força-tarefa, a Lava Jato passou por um rápido recall para consertar a artilharia e aprumar a ofensiva da guerra contra Lula; "Num passe de mágica, tiraram da cartola do STF os depoimentos do casal de marqueteiros Mônica Moura e João Santana, prestados nas delações sob chantagem psicológica, em troca da redução dos anos de cadeia a que seriam condenados caso não mentissem para incriminar Lula e Dilma" 

Se houver provas, acabou para Dilma: DELAÇÃO DEvastadora de MÔNICA MOURA NA LAVA JATO | Tribuna do Rei


Delação premiada dos marqueteiros João Santana e Monica Moura para lava jato.

Assim como vem ocorrendo com as delações que citam o ex-presidente Lula, agora a lama começa a subir para Dilma Rousseff, a acusadora Mônica Moura fala com segurança e propriedade de ações ilícitas as quais estão envolvidas grandes figuras da República. Marta Suplicy que abandonou o barco petista quando a casa começou a cair, se vê agora bastante enrolada na delação da marqueteira do PT, da mesma forma a Senadora Gleisi Hoffmann com seu belo narizinho arrebitado terá muito o que explicar caso as provas do que afirmou a delatora venham a tona neste mar de lama.
O Brasil se vê as voltas com denuncias graves, enquanto os integrantes do Ministério Público e do Poder Judiciário perdem tempo se atacando mutuamente, numa clara intenção de desviar o foco das acusações que por si só são gravíssimas. Mônica Moura e seu marido João Santana devem ter provas cabais que podem complicar a situação de Lula, Dilma, Gleisi, Marta, Lindberg e... 

Família Batista dona da JBS-Friboi negocia delação premiada com o Ministério Público Federal – Eu Digo Sempre

A notícia cai como uma bomba e de acordo com as informações publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo, pelo menos duas reuniões já foram realizadas entre representantes da companhia e procuradores do MPF. A empresa já teria, inclusive, feito contato com o advogado Luciano Feldens – especialista em delações premiadas e responsável pelo acordo do tipo feito por Marcelo Odebrecht , ex-presidente da empreiteira que leva o nome de sua família.
 



A holding brasileira J&F Participações, proprietária da empresa JBS, iniciou as tratativas com o MPF (Ministério Público Federal) para negociar o fechamento de acordos de leniência e de delação premiada. 

As informações foram publicadas neste domingo pelo jornal “ Folha de S.Paulo ”. A JBS é proprietária de marcas como Friboi, Seara e Swift.

A JBS foi alvo de diversas operações deflagradas pela Polícia Federal no último ano, com conduções coercitivas, medidas cautelares e afastamento de dirigentes, o que pode prejudicar a atuação da empresa no mercado nacional, dificultando investimentos e até inviabilizando a tomada de crédito em instituições nacionais e internacionais. 

Operação Bullish 

Na sexta-feira a Polícia Federal deflagrou a operação Bullish, cujo objetivo é investigar irregularidades e fraudes em empréstimos concedidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A proprietária da Friboi teria sido beneficiada com pelo menos R$ 8,1 bilhões em operações irregulares, que teriam sido realizadas entre os anos de 2007 e 2011 – durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT. 

As operações teriam sido feitas pela subsidiária BNDESPar (BNDES Participações S/A), braço do banco voltado para a participação acionária em outras empresas. De acordo com a PF, as transações teriam sido feitas sem as garantias e sem a exigência de prêmio contratualmente previsto, o que teria gerado prejuízos de cerca de R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos. 

Por meio de nota, a empresa refutou as acusações e diz que “sempre pautou seu relacionamento com bancos públicos e privados de maneira profissional e transparente. Todo o investimento do BNDES na companhia foi feito por meio da BNDESPar, seu braço de participações, obedecendo às regras de mercado e dentro de todas as formalidades. Esses investimentos ocorreram sob o crivo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e em consonância com a legislação vigente. Não houve favor algum à empresa”

Carne Fraca 

 Em março, foi deflagrada a Operação Carne Fraca, que apurou irregularidades cometidas por 21 frigoríficos brasileiros. No dia 24 de março, o juiz responsável pela operação, Marcos Josegrei, da Justiça Federal do Paraná, afirmou que as investigações têm como objetivo o esclarecimento de crimes contra a administração pública , e não a qualidade dos alimentos produzidos pela JBS e pelas demais empresas envolvidas. 


 Fonte: Último Segundo

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